Na última quinta-feira fui convidado para a pré-estréia do filme "2012" no Cinemark do Shopping Cidade Jardim. Pipoca, refrigerante e toda uma tensão já preparados, o filme estava prestes a começar.Ouvi comentários bons e ruins (mais ruins) mas sinceramente, existe um pensamento básico: o filme é bom no quesito efeitos especiais. Fim.
Mesma história americana de destruição mundial, gente morrendo, coisa explodindo, caindo, se desintegrando e sendo pulverizada das mais diversas maneiras possíveis. Nada de novo até aqui, right? Exatamente, o filme não tem nada de novo, exceto os efeitos especiais modernos. É tipo uma evolução do "Independence Day" sem os fatores alienígenas e Will Smith.
Uma cena que me fez rir loucamente foi o Cristo Redentor caindo. Desculpa gente, é engraçado. Ainda mais quando eles dizem que as imagens foram enviadas diretamente da Globo News, não dá pra não achar hilário.
De resto, drama, correria, pessoas sendo salvas naquele último segundo possível, bastante tensão eu achei, mas não é o melhor filme de 2009. Mas se isso tudo acontecer de verdade como previsto pelos Maias, assistam pra ter uma idéia de pra onde correr, really. Hahaha.
Vale lembrar também uma ótima surpresa: aqui, Morgan Freeman não é o presidente.
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Vocês já assistiram algum filme que assim que acabou o único sentimento que você tem é de ter perdido aquelas últimas duas horas da sua vida que você jamais vai recuperar? Pois é. Foi justamente o que eu senti ao final de "Cloverfield: O Monstro". O único sentimento bom que eu tive foi de não ter visto no cinema, mas sim na televisão pois pelo menos assim eu tenho o conforto de não ter gasto meu precioso dinheirinho com isso.
Dirigido por Bernardo Bertolucci, "
Taí um filme do estilo que a galerinha batuta arma muita confusão em aventuras bem malucas. Em "
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Sempre gostei de filmes de super-heróis, mas quando você assiste um de um personagem que você não conhece muito bem a surpresa é sempre maior. Pelo menos comigo é assim.